Sábado !
Acordo meio tarde hoje, levanto da minha cama, e olho o relógio.
14:34 da tarde !!!!! observo.
Desço até a sala de estar e pego minha caneta na mesinha de centro da sala, e sigo para a cozinha.
Ao chegar na bancada, recebo uma ligação... Minha mãe.
- Filho... faz alguns dias que você se mudou para ai, espero que esteja correndo tudo bem ! - Fala ela num tom incentivador porém melancólico.
- Está tudo indo bem sim... Como está Folheiros do sul ? - Pergunto tentando mudar o assunto principal, eu.
- Como sempre, fria e com leves ventos, mas logo é verão e acho que não irá mudar alguma coisa. Ah... esses dias fomos num restaurante ''chic'' eu, seu pai, e tia Agnes, e foi surpreendente vê-la contando como é viver em Divina, no estado de Agatha Azul. - Fala ela entusiasmada.
- Quando ver ela novamente mande um beijo pra ela. - Tento ser agradável.
- Claro ! E direi para seus primos também... Sei que eles e todo o resto da família sente sua falta aqui. - Completa e desliga.
Me sinto meio vazio após ligações assim, mas ignoro a sensação e sigo ao meu laptop.
Ligo e em seguida a sua logo aparece na tela.
Na barra de pesquisas, procuro :
Como identificar um sociopata ?
Como saber se alguém quer te matar ?
Parece loucura da minha cabeça, mas nunca se sabe, conheço muitas pessoas próximas que nunca desconfiaram de ninguém e só souberam a verdade tarde.
Alguma pesquisas e respostas depois, já no sofá, desligo o laptop e vou no jardim de trás. Lindo ! Um verde que você se sente num ambiente mais calmo.
Há uma mesa circular e algumas cadeiras ali, já me sento em uma delas. Já que não tenho vizinhos atrás da casa, fica melhor ver a mini floresta atrás da casa.
Depois de algum tempo ali, volto para dentro de casa, e percebo que a porta esta meio aberta.
Já corro até o telefone e ligo para a emergência.
- Olá, qual sua emergência ? - Me atende uma mulher, que aparenta ter uns 25 anos.
- Gostaria que alguém pudesse vir na minha casa, acho que foi invadida ! - Tento segurar minhas emoções.
- O.k.... Qual seu endereço ? - Pergunta.
- Rua Cardiais fronteira, número 245 - Respondo e ela desliga.
Subo com cautela até meu quarto e tranco a porta, em silencio.
invasão ? justo agora... Penso.
Vou esperar a ajuda chegar.
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Parte nova no blog, espero que gostem, e a próxima parte sairá daqui uns dias.
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